BASTIDORES DO PARQUE | Microchipagem

Além das anilhas, uma outra forma de identificação que usamos aqui no Parque das Aves é a microchipagem, um circuito eletrônico que contém um código único e inalterável, inserido em uma cápsula minúscula de biovidro que é introduzido no animal. Mas será que os animais não sentem desconforto com esse pedacinho de vidro dentro deles? Pode ficar tranquilo, pois a resposta é não. O microchip é muito pequeno, mais ou menos do tamanho de um grão de arroz, e é aplicado com uma agulha no músculo do peito, evitando que a ave sinta qualquer tipo de incômodo.

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Olha só o tamanho diminuto do microchip: um pouquinho maior que um grão de arroz.

A microchipagem só é válida com a utilização de um leitor de microchip, que faz a verificação do código por um dispositivo de scanner. Seu mecanismo funciona com a emissão de um sinal de rádio de baixa frequência que mostra o código contido no microchip, que é exibido no visor do equipamento.

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Este é um outro modelo de leitor de microchip.

Os órgãos ambientais responsáveis pelo controle dos animais em zoológicos exigem a microchipagem (ou seja, a dupla marcação) somente em espécies ameaçadas de extinção e nas exóticas. Mesmo assim, o Parque das Aves decidiu estender essa determinação para todos os animais sob seus cuidados. Dessa forma, cada animal tem uma anilha (identificação obrigatória) e um microchip. Com essa dupla identificação, mantemos um controle mais exato de nosso plantel.

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